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Mostrando postagens de março, 2026

A Crônica do Doutrinador

  A Crônica do Doutrinador  Por Fernando Sepe  Em um centro espírita tranquilo do interior da cidade de São Paulo, o nosso amigo doutrinador fazia aquilo que melhor sabe fazer: Pregar... - Irmãos da seara bendita de Jesus, todos nós somos servos, ovelhas do grande pastor que é Nosso Senhor Jesus Cristo. Sigamos suas diretrizes do amor, da bondade e principalmente do perdão. Perdoemos aqueles que nos ofendem, perdoemos a todos, pois disso depende nosso crescimento espiritual. - dizia em tom emocionado nosso amigo... -  Lembrem-se do exemplo daquele que se fez simples, para dessa forma ser o maior. Cuidado com a vaidade, pois ela é um verdadeiro caminho para os abismos escuros e trevosos da consciência. Simplicidade irmãos! Façam-se pequenos para amanhã serem grandes em espírito. (...) Portanto, não olvideis os ataques baixos dos espíritos que caminham nas trevas. REFORMA ÍNTIMA, essa é a chave para nossa evolução espiritual. Somos todos pecadores perante a grandeza do...

A Revolta dos "Malês" de 1835: Uma Rebelião Islâmica na Bahia

A Revolta dos "Malês" de 1835: Uma Rebelião Islâmica na Bahia "Uma das maiores rebeliões de Escravos da Bahia no Brasil Império, a Revolta dos Malês foi liderada por um pequeno grupo de africanos escravos e libertos de origem islâmica. A Religião de Maomé chegou ao Brasil através dos escravos levados pelo tráfico das regiões africanas de cultura islâmica. Tentaram até deflagrar uma guerra santa na Bahia. Davam-se a si próprios o nome de Musulmis (muçulmanos), mas os outros escravos negros de origem bantu ou congolesa os denominavam "Malês", isto é, gente do Império Africano e Islâmico do Niger-Mali. Malê era uma corrutela da palavra Malinké, gente de Mali. Os Malês, sendo de origem maometana desprezavam e hostilizavam os demais grupos Religiosos entre os escravos, se isolando entre àqueles que somente acreditavam em Allah Esses escravos muçulmanos pertenciam aos povos haussás ou auçás, nagôs ou iorubas, tapas, jejes, grunas, bornos, cabindas, barbas minas, cala...

O médium transgênero

Olá leitores, O titulo do post pode ser um assunto polêmico, mas não deveria quando se leva em conta o respeito ao ser humano seja ele quem for e como esteja ou prefira se apresentar. É fato a existência do preconceito, infelizmente, mas quem dedica a vida à espiritualidade não pode, nem deve, acolher o preconceito dentro de si. Se ainda se arrasta pela vida, apegado a preconceitos e julgamentos, então a religião nada ensinou ou é preciso voltar ao inicio, recomeçar e entender que religião e espiritualidade organizam nossos pensamentos para que possamos vencer o mal que ainda existe dentro de nós. A mediunidade não escolhe cor de pele, nacionalidade, preferencia sexual, nem tampouco é privilégio dos politicamente corretos ou dos que praticam uma fé cega, limitada. A mediunidade é faculdade humana e se apresenta de diversas formas sendo cada pessoa responsável pelo uso que faz dela. Conheci uma pessoa muito dedicada ao espiritismo de Kardec que não aceitava a própria filha por conta de ...