Pular para o conteúdo principal

Malandragem na Umbanda


Malandragem?! 
Por Danilo Lopes Guedes 


Quando lhe chamam de malandro, logo pensamos de uma forma pejorativa, ou seja, naquele que engana, rouba, etc. 

A grande maioria direciona para o cenário ruim, mas quando falamos da linha de Malandros dentro da Umbanda não entendemos direito o que acontece, mas sentimos conforto, satisfação e segurança. 

Vou expressar meu sentimento do que entendo por Malandragem, quando ocorre a manifestação desta linha e o sentido de seus trabalhos, estou amparado por meu irmão de LUZ, Seu Camisa Listrada, guia este que vem me acompanhando nos caminhos e sempre ensinando o que Viver. 

Fiz o seguinte questionamento: “O que é ser Malandro?” 

Aguardei a resposta por alguns instantes, até que... É majestade! 

Questionamento complexo, mas tentarei esclarecer a nossa essência e entenderá que ser Malandro é muito fácil. 

Ser Malandro ou Viver a Malandragem nada mais é do que: 

• Respeitar a sua Vida e a dos outros. 
• Gingar conforme a música. 
• Ter a mesma flexibilidade de um bambu em dias de vendavais, onde enverga, mas não quebra. 
• Respeitar seus limites, onde cada passo dado deve ser bem analisado. 
• Ser o responsável pelos seus atos. 
• Ter tudo e não ser dono de nada. 
• Valorizar tudo o que conquistar e ainda mais o que ganhar. 
• Saber dizer o SIM, NÃO, TALVEZ e principalmente QUEM SABE? 
• Não achar que sabe tudo, mas conhecer aquele que SABE. 
• Reconhecer seus verdadeiros amigos e principalmente os seus inimigos. 
• Enxergar um futuro promissor reconhecendo os fracassos do passado 
• Saber RIR de verdade, com gosto e com vontade. 
• Aproveitar cada instante que a vida lhe dá. 
• Ter honestidade no olhar, sinceridade em suas palavras e amar com o coração. 

Resumindo majestade ser Malandro nada mais é do que saber VIVER.

 VIVER E NÃO TER A VERGONHA DE SER FELIZ!


Olá, sou Anna Pon, autora deste blog. 
Conheça meu trabalho de psicografia literária e seja sempre bem-vindo!  


"Vô Benedito nos Tempos da Escravidão" novo trabalho psicografado por Anna Pon. 
Transmitido por Vô Benedito (Espírito)
Já à venda no Clube de Autores e nas melhores livrarias do Brasil
Nas versões impresso e e book acesse o link!



"Maria Baiana e a Umbanda"
Uma psicografia de Anna Pon pelo espirito de Maria Baiana
Disponível nos formatos e book e capa comum, já a venda em
Amazon.com





Publicações pela Editora do Conhecimento

"A História de Pai Inácio" https://bit.ly/3tzR486  

"A Cabana de Pai Inácio"  https://bit.ly/3nlUKcv


"Carmem Maria" https://bit.ly/3z0tLp4




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Orixá de Frente – Orixá Adjunto – Orixá Ancestral – A natureza humana -

Orixá de Frente – Orixá Adjunto – Orixá Ancestral – A natureza humana - Qual é o meu Orixá? De quem eu sou filho? Quem é o meu Pai de cabeça? Quem é o meu padrinho? Qual é o casal de Orixás que me acompanham? Antes, porém, de saber qual é o meu Orixá é importante entender o que isso quer dizer, qual é a minha relação com os Orixás. Entendendo que temos também um problema de linguagem, o que um Terreiro entende por meus Orixás, outro Terreiro entende de uma forma diferente. É muito comum as pessoas procurarem alguém que jogue búzios e ali fazer uma leitura de Orixá. Agora, é mais comum ainda você ir a um lugar e alguém lhe falar: “Você é filho de Xangô”; aí você vai num outro lugar e lhe dizem: “Você é filho de Ogum”; vai num terceiro lugar e lhe dizem: “Você é filho de Oxóssi”; sem contar que as características de Xangô, Ogum e Oxóssi são diferentes. E você fica sem saber, fica vendido, sem entender qual é, afinal, o meu Orixá? A contra pergunta...

Firmeza e Assentamento (Umbanda)

Firmeza e Assentamento Antes de falar sobre o assunto, a leitura recomendada, trazendo maiores informações é:  “Rituais de Umbanda” de Rubens Saraceni, editora Madras. De forma resumida, podemos dizer que firmeza é uma força ou poder firmado e assentamento, a força ou o poder assentado. Forças são as das entidades e poder é dos Orixás. Firmamos uma força quando, por exemplo, acendemos uma vela, essa é a maneira mais simples de firmar força. Ao acender tal vela, porém, há de se ter fé e força mental. Esse ato deve vir com força e convicção do íntimo, do contrário é apenas e tão somente uma vela acesa. Desse ato então dizemos que ali, naquela vela, uma força está firmada porque firmar significa que tal força vibrará e repercutirá enquanto a vela estiver acesa, finalizando sua tarefa quando se apagar. A vela é um recurso de ligação nossa com o Orixá ou com o Guia Espiritual. Potencializamos a firmeza da vela quando, por exemplo, esc...

Linhas de Trabalho da Umbanda – Baianos, Boiadeiros, Ciganos – Marinheiros, Malandros, Povo do Oriente, Mestres da Jurema.

Linhas de Trabalho da Umbanda – Baianos, Boiadeiros, Ciganos – Marinheiros, Malandros, Povo do Oriente, Mestres da Jurema Falando sobre linha de trabalho, vamos para a linha de Baianos. Caboclo, Preto Velho e Criança são as três principais linhas de Umbanda. São linhas tão fortes que alguns autores chegaram a dizer que a Umbanda era só pra Caboclo, Preto Velho e Criança, mas não é assim. Voltando na história de Zélio de Moraes como o básico do fundamento da religião, ele diz: “Com quem sabe mais a gente aprende, pra quem sabe menos a gente ensina e não vamos virar as costas para ninguém”, se não vamos virar as costas para ninguém por que é que vamos virar as costas para o Baiano, o Boiadeiro, o Marinheiro? A Umbanda é uma religião onde as entidades se manifestam, não apenas Caboclo Preto Velho e Criança. Embora essas sejam as três primeiras linhas de trabalho, as primeiras linhas de entidades que se manifestam na Umbanda: Caboclo, Preto Velho e Cria...