Pular para o conteúdo principal

Exu na Luz de Oxalá



Exu na Luz de Oxalá

Quando Exu trabalha na vibração de Oxalá, todos os mundos são tocados pelo calor da paz, da união, da libertação.

Quando um Exu se une a outros, para realizar um trabalho na vibração de Oxalá, tudo se ilumina e em cada canto da Terra se acende uma Luz que indica um novo caminho, uma nova realidade, novas possibilidades.

Em comunhão, falanges se unem estabelecendo uma nova era, um novo tempo e tudo vai ocupar o seu lugar.

Encerrando ciclos, fechando e abrindo portais, luzes de Aruanda trabalhando em comunhão pelo bem de todos, pelo equilíbrio, pela justiça, pelo verdadeiro que existe dentro de cada coração, máscaras são retiradas e como no Evangelho: "...a cada um segundo suas obras".

Assim ilumina Exu todo o mundo, estende a mão a quem está pronto para seguir num novo tempo, numa nova e mais lúcida realidade, ele vai seguindo, cumprindo sua nobre missão de guardião da humanidade, mas, nunca vai sozinho porque seu lema é união com verdade, pois à hipocrisia ele oferece seu desprezo, nunca, porém, permitindo que passe impune, pois é ele quem aplica a Lei do Mais Alto, a ele foi concedida tal função.

Exu trabalhando na Luz de Oxalá desperta em cada coração emoção profunda e promove a limpeza de apegos que já não servem mais, dissolve conflitos, revela sentimentos que estavam adormecidos e os traz a tona para serem purificados pela sublime Luz de Oxalá enquanto trabalha oferecendo sua mão amiga que conduz a outros mundos e a outros tempos.

Senhor executor das Leis Divinas, Exu cumpre na Terra sua missão e nos deixa lições valiosas de honra, coragem, sabedoria iluminada pela paciência que é a senhora do tempo, sua aliada.

Exu quando trabalha no terreiro, na vibração de Oxalá, toca bem fundo o coração, faz refletir, repensar, reavaliar e, dentro dessa honestidade, necessária a cada um, aponta caminhos sem censuras, nem tampouco julgamentos porque não é juiz, é simplesmente executor da Lei Maior, senhor da aplicação do carma sempre visando o bem através do aprendizado ao qual nos expõe.

Exu nos mostra nossas fragilidades, nos mostra como, muitas vezes, somos vulneráveis e nos deixamos envolver por nossas próprias falsidades que alimentam outros na mesma situação. Tudo é uma questão de aprendizado.

Diante da sabedoria de Exu somos como crianças cometendo erros que nos expõem a mil perigos e quedas, ele, porém, como bom guardião que é, nos ampara, nos aplica lições e nos libera para seguir conscientizando-nos que no próximo erro, sobre a mesma questão, estaremos sujeitos à nossa própria sorte. É assim que ele nos ensina.

Laroyê, Exu! O Mojubá!

Anna Pon


Olá, sou Anna Pon, autora deste blog. 
Conheça meu trabalho de psicografia literária e seja sempre bem-vindo!  


"Vô Benedito nos Tempos da Escravidão" novo trabalho psicografado por Anna Pon. 
Transmitido por Vô Benedito (Espírito)
Já à venda no Clube de Autores e nas melhores livrarias do Brasil
Nas versões impresso e e book acesse o link!



"Maria Baiana e a Umbanda"
Uma psicografia de Anna Pon pelo espirito de Maria Baiana
Disponível nos formatos e book e capa comum, já a venda em
Amazon.com





Publicações pela Editora do Conhecimento

"A História de Pai Inácio" https://bit.ly/3tzR486  

"A Cabana de Pai Inácio"  https://bit.ly/3nlUKcv


"Carmem Maria" https://bit.ly/3z0tLp4




Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Orixá de Frente – Orixá Adjunto – Orixá Ancestral – A natureza humana -

Orixá de Frente – Orixá Adjunto – Orixá Ancestral – A natureza humana - Qual é o meu Orixá? De quem eu sou filho? Quem é o meu Pai de cabeça? Quem é o meu padrinho? Qual é o casal de Orixás que me acompanham? Antes, porém, de saber qual é o meu Orixá é importante entender o que isso quer dizer, qual é a minha relação com os Orixás. Entendendo que temos também um problema de linguagem, o que um Terreiro entende por meus Orixás, outro Terreiro entende de uma forma diferente. É muito comum as pessoas procurarem alguém que jogue búzios e ali fazer uma leitura de Orixá. Agora, é mais comum ainda você ir a um lugar e alguém lhe falar: “Você é filho de Xangô”; aí você vai num outro lugar e lhe dizem: “Você é filho de Ogum”; vai num terceiro lugar e lhe dizem: “Você é filho de Oxóssi”; sem contar que as características de Xangô, Ogum e Oxóssi são diferentes. E você fica sem saber, fica vendido, sem entender qual é, afinal, o meu Orixá? A contra pergunta...

Linhas de Trabalho da Umbanda – Baianos, Boiadeiros, Ciganos – Marinheiros, Malandros, Povo do Oriente, Mestres da Jurema.

Linhas de Trabalho da Umbanda – Baianos, Boiadeiros, Ciganos – Marinheiros, Malandros, Povo do Oriente, Mestres da Jurema Falando sobre linha de trabalho, vamos para a linha de Baianos. Caboclo, Preto Velho e Criança são as três principais linhas de Umbanda. São linhas tão fortes que alguns autores chegaram a dizer que a Umbanda era só pra Caboclo, Preto Velho e Criança, mas não é assim. Voltando na história de Zélio de Moraes como o básico do fundamento da religião, ele diz: “Com quem sabe mais a gente aprende, pra quem sabe menos a gente ensina e não vamos virar as costas para ninguém”, se não vamos virar as costas para ninguém por que é que vamos virar as costas para o Baiano, o Boiadeiro, o Marinheiro? A Umbanda é uma religião onde as entidades se manifestam, não apenas Caboclo Preto Velho e Criança. Embora essas sejam as três primeiras linhas de trabalho, as primeiras linhas de entidades que se manifestam na Umbanda: Caboclo, Preto Velho e Cria...

Culto a Yemanjá (O que significa: Oguntê,Marabô,Caiala,Sobá,Oloxum,Inaê,Janaina,Iemanjá)

Culto a Iemanjá Texto de Luiz Antonio Simas Como virou quase uma tradição de fim de ano e uma turma já me pediu para circular novamente, vai aí o meu velho textinho instrumental para os macumbeiros de ocasião, que sofrem do que chamo de "síndrome de Vinicius de Moraes" (não entendia patavina de orixá, Inquice e vodum - como vários letristas da MPB - errou tudo nas letras dos afrosambas, transformou Ossain em traidor, pintou os cavacos e fez coisas lindas e absolutamente eternas sobre o babado): a turma que aproveita o réveillon para virar subitamente - no que, aliás, faz muito bem - devota de Iemanjá. IEMANJÁ PARA OS DEVOTOS DE OCASIÃO Eis que chega o fim do ano e o babado se repete: muitos cariocas e turistas se transformam em devotos potenciais de Iemanjá. Mesmo aqueles que não fazem a mais vaga ideia sobre o que é um orixá jogam flores no mar, pulam ondas, fazem pedidos, chamam, cheios de intimidade, o orixá de Mamãe Sereia e o escambau. Celebridades de ocasião, então, a...